Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 03/10/2020

Violência na Quarentena                                                               Com a adoção de medidas de isolamento social, recomendada pelos governo de todo o país, para combater a disseminação do novo coronavírus, os efeitos causados por ele são muitos. Os mais graves são a violência doméstica, sexual e até mesmo o feminicídio devido as tensões que acontecem dentro dos lares. Até mesmo as mulheres idosas são agredidas, pelos próprios filhos adultos em suas casas.                                                 Segundo o site G1, o número de casos registrados de agressões físicas em mulheres durante a pandemia e até o secretário da ONU fez um apelo, em Abril, para que mulheres e crianças fossem protegidas e sua segurança fosse prioridade. Esse tipo de comportamento não é de agora, já que desde um século atrás, a mulher já era vista como um objeto, que deveria sempre obedecer o homem e se comportar. Mesmo depois de 100 anos isso ainda acontece.                                                                                           Acerca desse assunto, no curta-metragem “Lockdown: Não Tem Vacina” da diretora Daila Ferreira, ela retrata a violência doméstica em cenas gravadas e dirigidas virtualmente. O projeto reuniu mais de trinta mulheres de todo o país e mostra  que a pandemia é só um agravante para uma verdadeira doença: A violência contra a mulher. Com todos em casa e os conflitos e as tensões aumentando, e o consumo de álcool do homem, esse problema se agrava ainda mais.                                                                               Sendo assim, percebe-se que a preocupação com esse assunto de aumentar e medidas urgentes devem ser tomadas. Em Minas Gerais, o governo proibiu a venda de bebidas alcoólicas, e em mais de 30 mil farmácias foi elaborado um sistema para que a mulher, caso ela esteja passando por essa situação, ela desenhe um “X” na mão com uma caneta vermelha ou um batom. Todas essas atitudes foram e são de extrema importância para o combate á violência doméstica, e que também já salvou vidas de milhares de mulheres na pandemia.