Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 06/10/2020
Antes mesmo da pandemia do coronavírus, a violência doméstica contra mulheres já existia no brasil e em outros países. No site g1.globo.com diz que o estado de São Paulo contabilizou 5.559 boletins de ocorrência de violência doméstica feitos pela internet entre abril e junho deste ano. Citou também que isso representa uma média de 62 registros por dia, ou um a cada 23 minutos no período. Com o isolamento social, a vítima acaba sendo obrigada a passar mais tempo com o agressor, sem ter para onde se refugiar.
Antes podendo ainda sair pela rua, era mais fácil ter acesso a delegacia e poder prestar queixa, porém agora as mulheres acabam sendo impedidas pelo agressor. Com isso tudo os casos de feminicídio vão aumentando cada vez mais, pois casais acabam tendo discussões que podem acabar em brigas perigosas em suas casas e não há ninguém para impedir.
Muitos comércios na intenção de ajudar, atendem serviços de emergência. E pensando nas dificuldades das vitimas em relação a pedir socorro, o Conselho de Justiça(CNJ) lançou a campanha ‘‘Sinal vermelho contra a violéncia doméstica’’. A vitima terá que mostrar a mão marcada com um X vermelho ao ser atendida em uma farmácia, que possa acionar a Polícia Militar.
Portanto, a população deve se unir para fazer campanhas em redes sociais, conscientizando, dando voz e força para todas as mulheres que passam por essas situações. Caso as pessoas escutarem algo estranho na casa do vizinho, fiquem atentos para ligar para o 180. Os médicos psicólogos podem se unir para fazer lives dando dicas e dando apoio.