Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 14/10/2020

De acordo com as Organização das Nações Unidas (ONU), iniciaram seus esforços contra essa forma de violência, na década de 50, com a criação da Comissão de Status da Mulher que formulou entre os anos de 1949, uma série de tratados baseados em provisões da Carta das Nações Unidas, que afirma expressamente os direitos iguais entre homens e mulheres e na Declaração Universal dos Direitos Humanos e que declara que todos os direitos e liberdades humanas devem ser aplicados igualmente a homens e mulheres, sem distinção de qualquer natureza.

A violência doméstica é um problema muito enfrentado á anos, desde que a sociedade existe, é uma problemática com muita extensão, pois sempre existiu. O pré-conceito que existe em relação, á mulher ser um individuo sempre inferior, que tem que ganhar menos, e sempre ser menos valorizada, o machismo que está inserido na cultura e população brasileira desde os antigos anos, é imenso,  e por isso que mesmo lutando muito ainda temos muitos casos de alta violência doméstica contra a mulher.

Durante ao momento em que estamos passando, esse tal “ano pandêmico”, de acordo com uma pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública que coletou e registrou dados, conseguiram gravar  um aumento de 431%, entre fevereiro e abril de 2020, podendo assim, constatar que a quarentena não fez muito bem, nem fisicamente, nem mentalmente. Isso ocorre pois o tempo que os casais estão passando junto aumentou cerca de 75% comparado á média anterior á pandemia.

Portanto, conclui-se que por culpa da pandemia os casais começaram a ficar muito mais tempo juntos, no que resultou em um grande aumento dos dados de violência no Brasil e no mundo, o governo juntamente com as delegacias de violência contra a mulher, devem aumentar as divulgações dos números que são indicados para as mulheres ligarem, e o governo juntamente com algum banco, necessita urgentemente desenvolver uma “bolsa” para mulheres que querem sair de casa, por causa das agressões  mas não saem por causa da dependência financeira dos seus maridos.