Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 24/11/2020
O isolamento social intensifica a convivência entre os familiares, o que pode aumentar as tensões. O contexto de incertezas, adversidades impostas pela pandemia, além do álcool excessivo, colabora para discussões e agressões de todos os tipos contra mulheres. Em São Paulo, a polícia militar registrou um aumento de 44,9% no atendimento de mulheres violentadas.
Nesse caso, infelizmente, enquanto o caso de violência com mulheres se agravam, o número de denúncias diminui pela falta de acesso presencial as delegacias e outros órgãos competentes. Entretanto, vale ressaltar que nunca houve uma sociedade igualitária em toda história da humanidade, principalmente, com o gênero feminino.
Além do mais, as famílias (mulheres e crianças) que enfrentam o problema da violência doméstica em segredo, é causado por não haver motivações para denúncia ou quaisquer medidas de segurança, já que, muitas vezes essas famílias são desacreditadas e em alguns casos as crianças podem ser afastadas de suas mães. Porém, há uma campanha chamada de “sinal vermelho” que permite as mulheres procurarem ajuda em farmácias, usando uma marca “X” sendo desenhada em caneta ou batom vermelho na palma da mão.
Portanto, fica claro que a violência doméstica é caso de emergência e que há uma desigualdade enorme com mulheres. Como forma de intervenção, deve-se criar leis mais exigentes do governo, aderir formas rápidas de comunicação mas delegacias, disponibilizar mais viaturas para casos mulheres agredidas, criação de um aplicativo sofisticado e discreto pelas autoridades.