Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 12/01/2021
A Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, garante em seu artigo sexto, uma série de direitos sociais. Dentre eles a segurança, juntamente com todos os elementos que o permeiam. No entanto, apesar de tal garantia, o que se percebe na sociedade brasileira atual, é a não aplicação desse direito na prática, visto que o país enfrenta desafios para o debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena, fazendo com que esse seja um problema expressivo que se sustenta pela falta de ações governamentais e falta de conciência social.
Em primeira análise, nota-se que a falta de ações governamentais, impede que os problemas se resolva. Nesse sentido, Aristóteles diz, em seu livro “Ética e Nicomaco”, que a política existe para a felicidade dos cidadãos. Entretanto, é fácil perceber que, em relação ao debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena, essa disposição de Aristóteles não se consuma na realidade brasileira, uma vez que o Poder Público não cumpre seu papel legislativo, fazendo que ocorra inúmeras lacunas no bem estar social. Desse modo, faz-se mistera a reformulação de tal postura irresponsável e negligente.
Igualmente, pode se considerar a falta conciência social, com obstáculo secundário ante a resolução óbice. Já que apesar de existir debates para resolver a violência doméstica, infelizmente está sendo em vão, pois muitas vezes, os cidadãos veêm mulheres sendo agredidas e não fazem absolutamente nada, com isso acabam concordando com o que está acontecendo. Por fim, medidas são necessárias para resolução desse cenário.
Depreende-se portanto à necessidade de intensificar esses debates sobre o aumento de casos de violência doméstica durante a quarentena. Com isso o Ministério da Jústiça e Segurança , deve implantar leis mais rigorosas, para que esses crimes diminuam, e também fazer mais debates e propagandas, para incentivar as mulheres a denunciar esses crimes. Porque em briga de marido e mulher, se mete à colher sim.