Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 30/01/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a adição da violência contra a mulher durante o isolamento social apresentam barreiras, as quais dificultam os planos de More. Nesse sentido, esse cenário antagônico é fruto tando da omissão de prevenção, quanto de vícios adquiridos na pandemia.
Precipualmente, é fulclral pontuar que o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Devido a falta de atenção das autoridades, remediar problemas antes que se torne estatística, tornou-se recorrente, principalmente entre os brasileiros, em que agressões físicas, morais e psicológicas vigoram veladamente, proporcionando a impunidade social e a insatisfação da lei especialmente em meio às muheres.
Ademais, é imperativo ressaltar que saúde mental promove o problema. Partindo desse pressuposto, dados divulgados pela plataforma virtual do Uol, mostra que o convívio intenso de casais resulta em hábitos frequentes de consumo de bedidas alcoólicas, tabagismo e drogas ílicitas, por conta do transtorno mental adquerido pelo isolamento. Nessa acepção, a contração de adversidades de casais exacerbada resulta em casos de violência doméstica e vigorá até mesmo em números de feminicídios. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que agressões conta a mulher contribui para esse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com intuito de mitigar a violência doméstica na quarentena, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério de Saúde, será revertido em criações de programas de assistências à casais, na busca de um acompanhamento detalhado, tendo como o bjetivo a empatia entre eles. Além disso, cabe ao Ministério da Cidadania, promover propagandas nas cidades e em meios mediáticos esclarecendo dúvidas que culmina a sociedade. Outrossim, disponibilize serviços de atendimento especializado às mulheres e formule leis que proporcionam total proteção as mesmas, e assim, quem sabe um dia a coletividade alcançara a Utopia de More.