Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 17/06/2021

O Brasil é o quinto maior país com ocorrências de casos de violência contra a mulher, tendo 6.775 casos relatados á polícia militar em 2019 e em tempos de pandemia teve um aumento de 44,9% de socorros prestados, sem contar os casos onde esses abusos são omitidos por parte da vítima.

Antigamente, casos de de feminicídio ocorriam frequentimente em finais de semana, onde os maridos voltavam do trabalho e pelo consumo excessivo de álcool ocorriam essas tensões familiares, causando dicussões que levam para esses abusos por diversas formas de agressão, tanto físicas, sexuais, tanto psicológica, moral. No entanto, com o confinamento da pandemia, tensões familiares ocorrem mais vezes do que antes.

Ademais, casos de feminícidos supracitado são geralmente não informados, por conta da vítima sentir medo e vergonha ou até um sentimento de culpa e merecimento do abuso. A campanha “Sinal Vermelho” é eficaz para a emissão desses casos, com um atendimento discreto já que a exposição desses abusos são muito delicados.

Urge que essa problemática precisa de resolução e antes de ocorrer uma reforma ideológica, é necessário primeiramente uma segurança contra o feminicídeo. A Secretária do Direitos Humanos e Cidadania implica a Lei sobre os agressores por meio de uma força física legitimada, com o intuito de aplicar o poder com uma forma corretiva.

Além disso existe canais de atendimentos como 180, que recebe denuncias e orienta mulheres, o 100 é um canal de denuncia de violação de direitos humanos e o 190 aciona a polícia.  A Superintendência de Políticas Públicas para as Mulheres exerce um atendimento e apoio as mulheres que sofreram violencias, orientando-as sobre seus direitos e sobre os precedimentos a serem observados para garanti-los, com a finalidade das mulheres se sentirem mais seguras e confortaveis a relatar sobre a violência ocorrida.