Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 14/06/2021

No começo da pandemia os casos de violência doméstica começaram a aumentar drasticamente. Diante disso o instituto maria da penha criou uma campanha em formato de vídeo que retrata uma reuinião em videochamada, onde uma das participantes, que foi agredida pelo marido aparece maquiada, para tentar pedir ajuda sem que o agressor percebesse. De fato é preciso discutir sobre este problema, gerado pelo esteriótipo da mulher, seja dificuldade de relatar casos.

Primeiramente é importante ressaltar que o esteriótipo da mulher ser “frágil” tem as raizes bem profundas, este esteriótipo começou na grécia antiga onde o sexo feminino não tinha o direito ao voto. Dessa forma no Brasil, que é um pais muito patriarcal, alguns individuos se veem superiores as mulheres a ponto de agredirem elas tanto fisicamente ou sexualmente. Dessa maneira é importante quebrar este padrão e relatar os casos.

Porém, a maioria das pessoas não relatam casos de violência doméstica pois tem medo, vergonha ou são dependêntes dos agressores. para melhorar este cenáro a ABM, juntamente com o Conselho da Justiça nacional, criou a campanha “Sinal Vermelho”, onde as vitimas podem aparecer com um “x” vermelho desenhado em sua mão, as farmácias vão a ajudar. Mesmo assim, pandemia dificulta bastante a divulgação destas camapanhas e os relatos.

Diante do exposto o patriarcalismo no Brasil, juntamente com a dificuldade de relatar casos, a violência doméstica é um grande problema no país. Por isso cabe ao Governo Federal, com instância máxima da adminstração executiva, em parceria com os Estados, deve por meio da distribuição de órgãos de segurânça, em todo o território brasileiro, garantir segurança aos seus cidadãos. Além disso, o governo deve criar aplicativos de celular de forma a facilitar a denuncia contra os agressores. Ademais, o ministério da Educação, em parceria com a mídia, deve elaborar uma propaganda, de como proceder após uma agressão fisica. Além de dissememinar nas redes sociais campanhas contra a violência doméstica.