Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 24/11/2021

Obviamente, a violência doméstica é um problema que a sociedade enfrenta há milhares de anos. Hoje em dia, muitas mulheres não têm apenas violência física, mas também violência verbal e psicológica em suas vidas. Hoje, com a pandemia de Covid-19, a maioria das pessoas precisa ficar em casa. Muitas mulheres estão em perigo porque estão nas ruas e seus inimigos estão mais perto. A primeira coisa que vale a pena mencionar é que em toda a história da humanidade nunca houve uma sociedade igualitária, principalmente no que diz respeito ao sexo oposto. Portanto, o livro Broken Horses de Jeannette Walls mostra como as mulheres foram sistematicamente menosprezadas na década de 1930 e como a sociedade patriarcal criou estereótipos sobre o que as mulheres deveriam fazer e como se comportar. Quase 100 anos se passaram e as mulheres ainda são forçadas a viver com sabedoria. Então, como o governo exige que as mulheres, donas de casa ou trabalhadoras fiquem em casa com seus maridos abusivos? Considerando que muitos abusos ocorrem após a ingestão, as medidas tomadas pelos municípios de Tocantis e Minas Gerais durante a pandemia (como proibição da venda de bebidas alcoólicas) são muito importantes. Claro, a cultura brasileira sempre teve uma música que incentiva a violência de alguma forma, como a canção “Ajoelha e chora” do Grupo Revelação que dizia “Quanto mais eu dou, mais ela me ama”. É inegável que esse tipo de música vai fazer os homens pensarem que bater na mulher é muito melhor. Resumindo, fica claro que as mulheres brasileiras precisam de apoio neste momento. O governo deve agregar meios para ajudar essas mulheres, como o uso de vias mais rápidas nas delegacias femininas e a disponibilização de veículos mais exclusivos para essas atividades. No final das contas, talvez as brasileiras possam ficar em suas casas com segurança.