Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 06/11/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura a todos os indivíduos o direito ao bem-estar na sociedade. Entretanto, a violência doméstica aumentou seus casos durante a quarentena, diante desse fato, nenhuma atitude foi tomada, intensificando ainda mais a ocorrência do crime no Brasil.
Em primeiro lugar, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de campanhas públicas para a denúncia do problema. Diante dessa perspectiva, os casos aumentaram em 43%, segundo o Uou, dessa forma, vítimas da violência doméstica se sentem desamparadas e sozinhas em um momento crítico de suas vidas. Nesse sentido, essa declaração, segundo John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não cumpre sua função de garantir direitos indispensáveis, como a segurança, o que é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a estrutura familiar como impulsionador dos futuros traumas mentais que são desenvolvidos pelos filhos da vítima. Diante de tal exposto, crianças que presenciaram violência se tornam adultos com dificuldades em inclusão social e relacionamentos amorosos. Logo, é inadimissível que o cenário continue.
Contudo, é imprescindível que o Governo Federal, por intermédio do Ministério da Saúde, proponha campanhas sociais e propagandas para conscientizar os agressores do crime e às vítimas de sentirem amparadas, com o fim de diminuir as ocorrências de violência. Assim, se consolidará uma sociedade em que o Estado desempenha corretamente o ‘contrato social’, como afirma John Locke.