Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 06/10/2022

No livro Tarde de mais, de Collen Hoover, a protagonista se encontra em um relacionamento abusivo, a mesma possuiu uma infância de abusos que prosseguiu com ela ao longo de sua vida adulta. Fora da ficção, a realidade em que as mulheres se encontram não é diferente, visto que, por conta da pandemia, evidenciou-se o acréscimo dos casos de agressão à mulher. Isso ocorre, devido às relações interpessoais e ao aumento no consumo de drogas lícitas, como o álcool.

Em primeiro plano, cabe ressaltar, o aumento da violência doméstica acarretado pelo confinamento. Nota-se pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) o aumento de 46,2% dos casos de feminicídios durante há quarenta. Sob essa lógica

observa-se uma pobreza em educação pois, não há preocupação em ensinar ao ser humano suas diferenças, e que essas diferenças são para nos tornar-mos mais fortes juntos, ao em vez disso, esse ensinamento é deixado de lado e as pessoas não conseguem conviver entre si sem que uma tela interfira. Como sitado por Albert Einstein “É mais fácil desintegrar um átomo do que romper um preconceito”.

Ademais é importante salientar, a ocorrência do aumento de 25% dos casos de ansiedade e depressão durante e pós pandemia, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). De maneira na qual, tem-se a elevação do consumo de drogas lícitas, alavancando os casos de violência doméstica. Tal ocorre, de maneira alarmante à séculos. Por consequinte, o quadro apresentado precisa ser alterado.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver os casos de violência doméstica, o Ministério da educação deve inserir nas escolas projetos sócias a fim de normalizar as diferenças e melhorar as relações interpessoais dos alunos, como dito por Pitágoras “Eduquem as crianças e não será necessário punir os adultos”. Somente assim, pode-rá iniciar uma melhora nos casos pois, inicia-rá a mudança na raiz do problema de violência doméstica.