Debate sobre o complexo do “branco salvador”
Enviada em 18/08/2023
Desde a abolição da escravatura e a assinatura da Lei Aurea em meados de 1880, o Brasil foi um dos últimos países a abolir a escravidão, realizando isso quase que por uma obrigação do que por vontade própria de ver seu o povo escravizado livre. Neste período nasce o complexo do “branco salvador”, onde se dipôs à dar uma liberdade que ele mesmo retirou, ao escravizar povos indígenas e africanos.
Contudo, desde aquele período até os dias atuais enfretamos esse complexo em todos os âmbitos, desde o círculo político, onde os direitos das minorias são atacados sem descanso, um exemplo são as cotas raciais. Além disso, temos as frequentes “caridades” realizadas pela branquitude em países ocidentais, em especial à África, onde se espõem pessoas de todas as idades em redes sociais, apenas para massagear o ego, mas se recusa fielmente a abrir mão da exploração destas terras.
Ademais, este é um problema que não será findado tão facilmente, na concepção da população branca a caridade massagea o ego e trás a falsa sensação de salvador e horísmo, mas quando se fala em equidadade e políticas públicas que de fato podem ajudar a população, eles a tratam como privilégios, pois sua inteção não é ajudar mas garantir que ela viva sempre à sua sombra.
Contudo, muitas leis de amparo já existem em nossa Constituição Federal de 1988, entretanto apenas na teoria. Enquanto não houver efetivos esforços dos governos Federal, Estadual e Municipal, com o cumprimento da lei e amparo à população mais vulneravel com novos programas e benefícios não haverá mudanças.
Todavia, para amenizar os efeitos deste complexo no Ocidente, deve haver um investimento de reparos sociais aos povos e a não exploração de suas terras, minerios e mão obra.
Porém, a maioria das tentativas de auxilio neste países foram completos fracassos, pois não foi efetivamente uma ajuda, mas uma injeção de valores que não equílibrou sua inflação, segundo dados divulgados pela ONU. Para amenizar essa situação e livrar essa população desta falsa caridade que o homem branco transparece, deve haver uma união dos países ricos para que auxilios sejam realizados de dentro para fora, fortalecendo seus pilares ecônomicos e sociais.