Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 04/09/2020

A Companhia de Jesus, foi um movimento português em 1549, que objetivava catequisar e educar indígenas brasileiros. Do mesmo modo, creches e escolas atuam no desenvolvimento conteudista e moral dos indivíduos. Todavia, no Brasil, com a pandemia do Covid-19, alunos, responsáveis e servidores, sofrem com o déficit do sistema educacional, que não apresenta êxito na realização de soluções para os efeitos do isolamento. A partir disso, cria-se um impasse no convívio e na execução de projetos sociais, além de lesar a sequência de aprendizagem de jovens e crianças.

A priori, segundo o filósofo prussiano, Immanuel Kant, “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Com isso, é possível relacionar tal citação com a ausência do contato social, que mostra-se de extrema importância, no qual é responsável por desenvolver valores como respeito e tolerância. Ademais, as instituições educacionais brasileiras, promovem projetos de educação integral que foram interrompidos, já que torna-se necessário o exílio. Nesse sentido, ocorre um aumento dos índices de trabalho infantil, abuso e marginalização de jovens e crianças, uma vez que o ambiente escolar apresenta função de distração e refúgio.

Outrossim, conforme o site Nova Escola, “um dos grandes desafios dos professores é realizar planejamentos que promovam o seguimento do conteúdo”, uma vez que, principalmente na alfabetização, crianças necessitam de uma sequência para fixar tal tema. Nesse viés, com a pandemia do coronavírus e a paralisação em massa das unidades de ensino, no Brasil, os indivíduos terão grande dificuldade de absorver e aprender a matéria em casa. Assim, ao retornarem apresentarão maior dificuldade em adaptar-se ao ritmo escolar e a uma rotina de estudos, o que evidencia a importância da continuidade.

Em suma, é notório que os impactos isolamento comunitário afeta a sociedade, principalmente na educação. Dessa forma, cabe ao Conselho Tutelar - criado em 1990 -, junto as unidades escolares, promoverem a fiscalização de grupos familiares em vulnerabilidade social, por meio de visitas, nas áreas pandêmicas mais estáveis, e questionários online, a fim de abrandar a violência e marginalização dos indivíduos. Bem como, é dever da família em conjunto com o Ministério da Educação – originado em 1930 -, estabelecer conteúdos a serem estudados e uma rotina de estudo diária, por intermédio de apostilas interativas com os familiares, com o objetivo de dar sequência ao conteúdo. Logo, de modo gradativo, o Covid-19 afetará menos, o cotidiano dos estudantes brasileiros.