Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 07/09/2020
Friedrich Nietzsche, filosofo alemão, “a desigualdade é primeira condição para que haja direitos”. Com a ideia do pensador juntamente ao contexto brasileiro vigente as escolas sofreram adaptações em busca de tais apanágios. Entretanto a desigualdade tecnológica juntamente com as diferenças de ensino acaba dificultando ainda mais esse cenário.
A priori, caba analisar então, a desigualdade tecnológica. De acordo o escritor George Orwell “todos são iguais mas alguns são mais iguais que outros”, seguindo a linha de pensamento a má destruição de renda aliado aos impostos altíssimos no setor de tecnologia aumentam a diferença no qual cerca de 40% da população não tem acesso à internet ou componentes para usa-la, segundo o IBGE.
Ademais, as diferenças de ensino corroboram para a atual situação de ensino brasileiro. Conforme o INEP, o rendimento dos alunos de escolas públicas decai 5% em relação ao privado, demonstrando assim a ineficiência da gestão governamental no âmbito escolar intensificando e explicitando a necessidade de mudanças enquanto a educação particular garante tais adaptações.
Depreende-se, então, a necessidade de reformas no âmbito escolar brasileiro no cenário pandêmico. Visando amenizar tal situação, cabe ao Ministério da Educação juntamente com o da Economia diminuir os impostos no setor tecnológico por meio de leis e decretos, visto que são os maiores aliados da educação nesse período. Além disso, cabe também criar cursos capacitadores aos professores e pessoas que trabalham na área para que facilite e melhore o ensino a distância. Só assim a frase de G. Orwell deixara de ser verdadeira.