Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 17/09/2020
A educação é direito de todos e dever do Estado e da família, onde a mesma deve visar o pleno desenvolvimento da pessoa. Tal afirmativa presente no artigo 205 da Constituição Federal, mas sua aplicabilidade demonstra negligências, porém com maior evidência no cenário atual, a pandemia. Promovendo não só o aumento da desigualdade social, mas o subdesenvolvimento do país.
De acordo com o sociólogo Karl Marx, mesmo que todos tenham o mesmo direito, a desigualdade vai prevalecer, onde os que estão no topo continuará usurpando de mais privilégios com relação aos que estão na periferia, um dos fatores que corroborá para tal análise se perpetua na atualidade, onde sua aplicação faz referência a pouca ou a falta de acessibilidade do protagonista a educação. A pandemia demonstrou um quandro maior dessa exclusão, onde essa história não teve início no agora, mas é decorrente de um fator hereditário, onde alunos tem a ausência de país despreparados para dar continuidade do ensino em casa, pois no passado a educação não se encontrava como prioridade, já que a mesma era um acesso elitizado, se tornando um ciclo, porém hoje mais evidente.
Outrossim, segundo a pesquisa da Unesco, organização das nações unidas para a educação, a ciência e a cultura, afirmou que está pandemia afetou mais de 160 milhões de alunos, dentre os motivos está a ausência de redes de telecomunicações, consequentemente o acrescento da evasão escolar e baixa perspectiva de um futuro promissor que corroborá para doenças psicológicas, onde o que deveria ser protagonista da sua história se encontra nos bastidores, enquanto o sistema aumenta o não espetáculo do mesmo.
Portanto, medidas devem ser necessárias para resolver este impasse. Onde o Ministério da educação em parceria com as emissoras televisivas promover acesso a aulas, estando presente cronogramas de estudo, horários fixos com apoio psicológicos, tendo em vista que a acessibilidade a TV é mais abrangente, iniciando assim a ausência do ciclo desigual.