Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 09/09/2020
Atualmente, o mundo passa por uma pandemia conhecida por Covid-19 que se iniciou na china no final do ano de 2019 e se propagou pelo o mundo inteiro. Com isso, todos os países tiveram que por em prática o ato do insolamento social. Sendo assim, tiveram que ser fechadas todas as unidades escolares, portanto, o Brasil teve que passar a usar a modalidade de Ensino a Distância (EaD) e que devido a isso boa parte dos alunos ficaram prejudicados.
Em consequência do Covid-19, todas as unidades escolares, tanto públicas quanto privadas tiveram que ser fechadas devido ao insolamento social que passou a ser obrigatório devido ao novo coronavírus, esse insolamento só passou a ser obrigatório devido a facilidade de transmissão do vírus. Com isso, mais de 1,5 bilhão de alunos e 60,3 milhões de professores de 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas. Sendo assim, não só o Brasil mais os demais países tiverem que usar da modalidade (EaD). Entretanto, muitos brasileiros sairão prejudicados devido a terem que possuir aparelhos tecnológicos para fazerem parte desta modalidade de ensino.
Outro fator existente, é que não necessita apenas ter um aparelho tecnológico mais também tem que possuir acesso a internet, e isso acaba afetando muitos alunos, pois apesar de ser bem comum o acesso a internet em todo o Brasil, ainda existe pessoas que não possuem, muitas das vezes por condições financeiras e em outros casos por morarem em locais em que o sinal de internet não é acessível. Além disso, percebe-se grande desigualdade entre os sistemas públicos e privados da educação básica, pois enquanto alunos de escolas particulares aprendem por meio de diversos recursos e estratégias combinadas, como vídeo ao vivo ou gravado, envio de tarefas, mentoria e sessões em grupos menores para tirar dúvidas, muitos estudantes das escolas públicas sequer têm acesso à internet.
Destarte, em virtude dos fatos supracitados é imprescindível a necessidade de ações que minimizem a problemática. Para isso, o Ministério da Educação deve proporcionar uma política de acesso à internet mais igualitária de modo que todos possam ter um acesso a internet o suficiente para poderem fazer parte dessa modalidade de ensino e investir na capacitação dos educadores para uso e domínio das ferramentas digitais neste novo cenário. Isso deve ser feito com o objetivo de que os alunos não saim prejudicados na qualidade de ensino.