Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 12/09/2020
Muito se tem discutido, recentemente, acerca dos problemas que a pandemia do coronavírus vem causando no Brasil, no que tange ao ensino. Isso se evidencia, não só pela desigualdade social dos estudantes, mas também, o acesso remoto da tecnologia aos alunos da classe menos favorecida. Nesse sentido, cabe analisar os fatores para solucionar essa tal problemática.
Primeiramente, vale ressaltar que a diferença social entre os alunos nesta fase de restrição é notória. Segundo o Instituto Brasileiro Geográfico e Estatístico (IBGE), a maioria dos estudantes não tem condições de ter um computador (PC) em suas casas, que é um recurso de ensino primordial neste momento de quarentena. Contudo, nada se tem feito para resolver essa questão desagregadora as classes afetadas.
Outro fator importante, que convém comentar é que nem todos os discentes tem acesso a tecnologia adequada para o ensino à distância (EAD). Segundo o IBGE, mais de 90% dos educandos acessam o celular para estudar. Porém, a maioria das plataformas desenvolvidas para o estudo (EAD), são adequadas para abrirem no PC.
Portanto, indubitavelmente, medidas devem ser tomadas para resolver essas questões. O Ministério da Educação (MEC) junto com Ministério da Ciência e Tecnologia, deve capacitar e dar condições aos estudantes marginalizados, por meio de cursos ou palestras com acesso às plataformas de ensino, com materiais específicos do assunto, acompanhado com profissional qualificado da área, tendo em vista o crescimento e o amadurecimento no que se refere ao conhecimento educacional dos jovens.