Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 29/09/2020
A educação brasileira tem como maior característica a dependência de seus alunos diante seus educadores, frente os direcionamentos de estudos diários que formam uma ideia de não necessidade de autonomia estudantil. Essa falta de autonomia pode ser evidenciada na pandemia. Com o distanciamento social, os estudantes foram obrigados a desenvolver em um mínimo período de tempo essa autonomia para um estudo remoto ou uma independia das instituições escolares. Em função disso, cabe avaliar os espectros socioeconômicos que impactam a educação brasileira e as consequências drásticas causadas.
Em primeira instância cabe por em pauta a relação entre um ensino presencial e remoto precário. A educação brasileira é evidentemente marcado pela desigualdade, levando em consideração um ensino restrito, o qual não é oferecido a toda a população brasileira e que é totalmente ultrapassada. Assim, a população que não obtém uma renda considerada média é prejudicada, pois a educação de qualidade só é oferecida àqueles que pagam pela por ela e que obtém suporte de internet e uma vias de comunicação como um computador. Logo, o ensino a distancia é denegada pela dificuldade de grande parte da população em ter acesso a condições básicas para o ensino remoto.
Além disso, os efeitos dessas dificuldades vinculam os tripés sociais: a educação, economia e qualidade de vida. O efeito mais desagradável e alarmante será iniciado na evasão escolar pela falta de estímulo e necessidade de ajuda familiar imediata e que a partir disso delibera no déficit de mão de obra qualificada, que afeta diretamente a economia do país. Essas consequências prejudicam tanto a economia geral como o próprio indivíduo que não terá recursos para manter uma qualidade de vida mínima. Assim, essas consequência se tornam um ciclo vicioso, sem que haja um escape.
Nessa conjectura, é necessário efetuar medidas para diminuir os impactos causados pela pandemia. Uma possível solução seria por meio do Ministério da Educação e associação com professores e um canal televisivo elaborado para gravação de aulas para as diferentes turmas, com o objetivo de alcançar o ensino àqueles sem acesso a internet e por via gratuita, estimulando assim os alunos a continuarem estudando de uma maneira acessível e possível a todos. Outra solução seria também por meio do Ministério da Educação juntamente com instituições de curso técnico o oferecimento de cursos sem custo, com o objetivo de capacitar indivíduos que não tiveram possibilidade de obter uma educação completa e/ou educação superior para que aja mão de obra qualificada para suprir o mercado e estimulando as pessoas a buscarem formação para o mercado de trabalho. Assim, observar-se-ia uma diminuição dos impactos da pandemia na educação e para a sociedade.