Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 06/10/2020

A educação é valiosa por ser a mais eficiente ferramenta para crescimento pessoal. Sendo assim, é inadmissível ficar sem, até mesmo em tempos de pandemia global. Dessa forma, quem trabalha com educação tem se reinventado para trazer aulas a distância. No entanto, a falta de democratização da ead e a saúde mental dos alunos são duas grandes barreiras que impedem estudar neste período de quarentena.

É notório que o Brasil é um país extremamente desigual. Portanto, o ensino a distância é inviável para uma grande parcela da população. Segundo o IBGE, cerca de 46 milhões de brasileiros não tem acesso nenhum a internet. Em suma, nota-se que aulas online não são nada democráticas, pois nem todas as pessoas podem desfrutar delas.

Convém lembrar que não é fácil ficar horas sentado em frente ao computador, sem pausa e contato direto com outras pessoas. Consequentemente o cuidado a saúde mental, surge como necessidade e reflete na busca por atendimento psicológico online, que, na pandemia, atingiu um numero nunca antes visto. Desse modo, nota-se que muitas pessoas estão desenvolvendo problemas psicológicos ao estudar a distância.

Em virtude dos fatos mencionados, conclui-se que, o ensino a distância é a única opção das escolas num período como este de quarentena. Portanto, faz-se necessário que o ministério da educação, distribua chips de internet para que os alunos da rede pública consigam estudar de suas casas. Outra opção viável é a disponibilização de psicólogos, de forma gratuita, para que os alunos com transtornos psicológicos possam se sentir melhor. Apenas assim pode-se garantir um ensino eficaz a distância durante esta pandemia.