Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 08/10/2020

O isolamento social está criando novas práticas e atitudes, tanto nas instituições de ensino, como nas famílias, que estão vivendo uma série de situações novas. Com o fechamento das escolas e a cobrança para que o ensino e aprendizagem ocorram à distância devido a pandemia do novo coronavírus (COVID-19), onde professores e estudantes passaram a aderir tecnologias educacionais, como a implantação do ensino híbrido.

O ensino híbrido é uma metodologia de aprendizagem à distância que combina o uso da tecnologia digital com as relações presenciais, nesse modelo de ensino, a ideia é que educadores e alunos possam ensinar e aprender em momentos e lugares diferentes. Porém, com esse novo método de ensino, muitos alunos ainda não conseguiram ter acesso à suas aulas, seja por falta de conexão, ou até mesmo por falta de um aparelho eletrônico para assistir as aulas, causando assim um abismo entre as condições de alunos de escolas particulares e públicas.

Estudantes e professores também estão se sentindo mais depressivos, ansiosos, e sobrecarregados de tanto trabalho. O tempo até a próxima transmissão ao vivo aparenta correr muito mais rápido do que caminhar pelos corredores da escola, e o tempo de aula também ficou muito mais extenso, ou seja rendendo mais do que em aulas presenciais, assim como os telefones nunca receberam tantas mensagens correlacionadas a estudos e trabalhos.

Portanto, para ajudar em todo esse processo o ministério da educação deveria dar cursos de capacitação e orientação às instituições de ensino de como proceder com alunos e professores com o propósito de melhorar a relação de ensino e aprendizagem, por meio de estratégias pedagógicas, bem como a escola precisaria disponibilizar atendimento psicopedagógico aos alunos que necessitam , através de videoconferências, com o objetivo de ajudá-los a atravessar com mais tranquilidade por esse processo de estudo à distância.