Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 12/10/2020
O isolamento social está criando novos hábitos e comportamentos, tanto nas famílias quanto nas instituições educacionais, e esses costumes estão sofrendo uma série de mudanças nas estruturas e métodos. Pela pandemia do novo corona vírus (COVID-19), aumenta os desafios de escolaridade pelas redes particulares e públicas de ensino, já que as exigências são que o ensino aconteça a distância.
As aulas remotas possuem uma série de dificuldades, principalmente para os alunos de escolas públicas. A Fundação Lemann e Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) apontaram que 79% dos alunos afirmam ter internet, mas 46% dos alunos só acessam a internet pelo celular, o que restringe o trabalho do professor e do aluno. Enquanto isso, os alunos de escolas privadas aprendem por meio de diversos recursos, como vídeo ao vivo ou gravado.
Com essa nova prática de estudo, professores e estudantes estão se sentindo mais ansiosos, depressivos e problemas nunca antes apresentados, além do mais, uma sobrecarga de trabalho fora do comum. Isso se dá pelo tempo de aula ter ficado mais extenso ( rendendo mais), problemas de adaptações tecnológicas, alunos mais tímidos com medo de fazer perguntas e estresses diários como mau funcionamento da internet.
Portanto, à fim de ajudar nesse processo, o Ministério da Educação dar cursos de capacitação às instituições de ensino de como proceder com os professores e aos alunos a fim de melhorar o ensino remoto por meio de estratégias pedagógicas. Cabe também as escolas oferecerem apoio psicológico, com objetivo de suavizar o processor de aprendizagem híbrida.