Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 14/10/2020
No cenário hodierno de Covid-19, devido ao isolamento social e a quarentena, a população está sujeita a depender da internet para execução de reuniões de trabalho ou para assistir às aulas. Apesar de ser mais confortável realizar as atividades em casa, há alguns fatores problemáticos relacionado ao ‘’novo normal’’, principalmente em questão do sistema de ensino.
A acessibilidade da plataforma de estudo tem sido difícil, principalmente para alunos de escolas públicas, já que não possuem condições financeiras para comprar eletrônicos, o que prejudica todo um cronograma escolar que deveria ser seguido. De acordo com a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), 4,8 milhões de crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos não tem acesso a internet em casa, ou seja, muitas delas não tem obtenção de aprendizado ou alcance das atividades escolares, o que pode vir a afetar suas notas.
Ademais, professores possuem uma certa dificuldade de adaptação tecnológica, já que não estão acostumados com esse método de ensino que foi imposto de forma rápida e grotesca. De acordo com o INEP, a idade média dos orientadores brasileiro é de 41 anos, em outros termos, pessoas que já possuem essa faixa etária não dispõe de um conhecimento sobre a modernização comparado aos jovens.
Portanto, cabe a Prefeitura distribuir materiais eletrônicos para fins educativos, com o intuito de ajudar estudantes a ter acesso às aulas, de forma que não prejudique seu ano letivo. Outrossim, urge que o Ministério de Educação forneça ao educador uma palestra que o ajude em relação ao uso da tecnologia, de forma que não tenham dúvidas ou dificuldades na hora de lecionar on-line.