Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 20/10/2020
É de consciência geral que tanto professores quanto alunos foram afetados com o início da pandemia do coronavírus. A solução mais usada foi o ensino a distância, sendo adotada por cerca de 165 países. Mas, como esperado, nem todas os municípios tem condições financeiras de bancar esse novo modo de ensino. Além disso, o desemprego entre os órgãos de educação teve um aumento considerável durante a quarentena.
Segundo o programa das nações unidas, no Brasil, 13,5 milhões de pessoas vivem em extrema pobreza, possuindo até R$ 145 por mês, enquanto o plano de internet mais barato custa aproximadamente R$ 45. Sendo assim, uma pessoa que vive nessas condições gastaria 30% de seu salário mensal material para estudo. Ademais, cerca de 60 milhões da população brasileira não tem acesso a internet.
É inegável que o desemprego aumentou muito durante a pandemia, tendo como resultado uma grande quantidade de professores inativos nos órgãos de educação. Outro fato de extrema importância é a adaptação à nova forma de aprendizado, tanto para os professores quanto aos alunos.
O ensino a distância foi a forma adotada por vários países, mas não foi bem manuseado por todos eles, muitas vezes pela falta de recursos e materiais escolares, como também pela ausência de profissionais ativos nos colégios, cursos e faculdades.