Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 27/11/2020
A pandemia do coronavírus nos proporcionou uma revolução na forma de ensino, por ter forçado aos colégios, governos e alunos uma adequação no âmbito escolar e educacional. Com isso, os métodos de ensino nunca mais serão os mesmos, e, que, apesar de todos os estragos que foram e vem sendo feitos pelo vírus, gerou uma grande evolução na educação, principalmente brasileira.
Diante de todo esse cenário, e apesar de todas as evoluções tecnológicas e de serviços relacionados à educação, temos muitos problemas. Como a falta de acesso e de matérias para alunos de escolas públicas e de determinados regiões do país, uma falta de preparo para os profissionais e que a maioria dos ambientes criados para o ensino são disponibilizados preferencialmente para computadores, mas que são acessados nos dias de hoje, por apenas 57% da população brasileira, segundo o IBGE.
Segundo Márcio Natividade, professor do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA), e um dos pesquisadores sobre o assunto, a desigualdade social do país deve aumentar, pois 38,7 milhões de estudantes estão matriculados em escolas públicas que na maioria das vezes, não possuem suporte nem o ambiente mínimo necessário para se ter um ensino EaD, em relação aos alunos das escolas particulares que estão mais preparados e equipados para esse tipo de sistema.
Concluímos que, o governo brasileiro deveria dar uma ênfase maior à esses problemas, pois no futuro vai agravar a desigualdade social em relação à oportunidade de empregos e no mercado de trabalho. Além de só afastar cada vez mais as diferentes classes sociais. Deveriam investir e dar suporte aos estudantes de escolas públicas, além de incentivar e cuidar desses alunos, por conta dos diversos problemas que estão aumentando, como por exemplo, a depressão, ansiedade ou outros problemas mentais.