Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 27/11/2020

É um fato que a pandemia iniciada devido ao vírus Covid-19 atrasou e muito o ano letivo dos alunos, no qual impactou principalmente o sistema de ensino público, que segundo o INEP consta com mais de 45 milhões de estudantes. Por mais que o isolamento social tenha que ser aplicado, o distanciamento fez com que os professores e alunos “corressem” para recuperar o tempo, assim implementando o EaD.

Apesar do vírus atuar em escala global isso não impediu que as escolas aplicassem suas aulas, usando métodos de ensino a distância como “Zoom”, “Meet”, “Google classroom “, etc. E com cooperação dos alunos que como pré-requisitos deveriam ter um aparelho eletrônico para ver as aulas e uma internet aceitável para escutar e ver a aula em boa qualidade. Embora o ensino a distância tenha suas falhas é notório a praticidade e a rapidez dessa forma de ensino, no qual não dispõem de uma estrutura extremamente cara, logo saindo no lucro ambas as partes, tanto o consumidor quanto o provedor. Tal forma de ensino pode ser usada  fixamente e em uma ampla escala em um futuro próximo.

Essa forma de ensino não só tem pontos positivos como também negativos, e o maior deles é o acesso. Boa parte dos estudantes no Brasil estudam em escolas da rede pública, e nesse período de pandemia a mesma muitas vezes não consegue oferecer muito suporte aos alunos, com plataformas nas quais muitas vezes são ineficientes e não consegue ter  um controle sobre o aprendizado do aluno. Além disso muitos estudantes não conseguem ter internet ou um dispositivo eletrônico para ver as aulas disponibilizadas, tornado o ensino a distância ineficiente nas periferias.

A fim de ajudar as crianças a acompanharem o ano letivo o ministério da educação deveria em ação conjunta com a rede publica de ensino ter instrutores que possam ajudar presencialmente os alunos necessitados, tendo o mínimo de contanto possível e seguindo todas as normas impostas pelo ministério da saúde.