Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 05/01/2021
Os obstáculos enfrentados por estudantes, principalmente aos de origem pobre e que carecem do ensino público, estão sendo “massacrados”, no que diz respeito, à qualidade de ensino ofertado por escolas públicas durante a pandemia. Uma vez que a precariedade e a falta de preparo, acarreta desde já uma desigualdade social, que futuramente será responsável por um crescente dano socioeconômico e emocional na vida desse indivíduo.
" O homem não é nada, além daquilo que a educação faz dele". Ainda que muitos alunos provenientes de ensino precário, não tenham acesso aos dizeres do filósofo, Immanuel Kant acima. Não é incomum que os mesmos, teham a percepção da importância da educação, e recorrem a ela como uma saída para melhorar sua qualidade de vida, uma vez que, os jovens estudantes de escolas públicas, são oriundos de um patamar com alta vulnerabilidade social, pobres, cercados por drogas, tráficos e extrema desigualdade. Em virtude dessa realidade, e do acesso a educação como sendo dever do Estado e direito de todos, promuldado pela Constituição Federal de 1988, em seu Art 205. Exige-se uma mudança no modelo de esnino concedido em tempos de pandemia, e possa viabilizar suporte ao aluno e familiares, com o intuito de elevar o nível de educação dos jovens, e minimizar a desigualdade que os mesmos sofrerão ao concorrerem com indivíduos mais instruídos, quando se verem obrigados a competir no mercado de trabalho futuramente.
Ademais, as benfeitorias no ensino não tem apenas o propósito, de igualar essa geração futura, mas, sobretudo contribuir na convivência social, uma vez que, durante a pandemia os jovens dependentes do ensino público, foram sistematicamente negligenciados de gozar dos benefícios que uma boa educação pode lhes proporcionar. Tal exclusão, é uma violência ao ser e a dignidade humana, pois é através da educação que se tranforma vidas, e concede a capacidade de interagir na esfera pública, social, política. Em tempos de medo e insegurança, a educação potencializa os sonhos, impulsiona o jovem a crescer, melhorar, satisfazer suas nescessidades básicas e prosperar para participar e integrar na economia futura.
Indubitavelmente, medidas sõ nescessárias para melhorar essa problemática, principalmente o governo e seu Ministério da Educação, ao valorizar e capacitar seus educadores fornecendo material tecnológico com conteúdos curriculares interativos e de linguagem apropriada, visando aproximar o estudante da nova realidade social. Criar aplicativos gratuitos de ensino que corroboram no desempenho do aluno, disponibilizar nas midias sociais, lives com resumos, exemplos, leitura de livros.
“Educai as crianças e não será preciso castigar aos homens.” Aristóteles.