Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 16/01/2021

Na realidade distópica de “Jogador nº1” o mundo foi destruído pelos humanos, limitando a educação a aulas online, para isso ocorrer OGA uma grande empresa de tecnologia cadastra e manda a todos os anos equipamentos gratuitos para alunos de baixa renda, os permitindo ter acesso as aulas. Fora da ficção após cem anos o mundo experiênciou uma pandemia, juntamente a ela foi demonstrado um enorme despreparo e falta de estrutura para atender a necessidade dos alunos brasileiros.

Segundo uma pesquisa realizada pela “revista educação” dos adolescentes que possuem acesso a internet somente 3% usam os computadores para acessarem as aulas, já os programas para a aplicação de aulas online são majoritariamente feitos para serem acessados de computadores. Tal situação provoca uma maior desigualdade com relação a educação brasileira, afinal tal fato impossibilita que muitos alunos consigam acompanhar as aulas corretamente.

Ademais cabe ressaltar que 25% da população brasileira sequer possui acesso a internet segundo pesquisa da USP. Esses foram alunos sujeitados a uma e exclusão educacional durante o período da pandemia, apesar dos esforços de muitos profissionais da educação, para tentar manter os alunos cientes do conteúdo aplicado. Segundo Paulo Freire “ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens educam entre si em comunhão com o ambiente”. Durante o período da pandemia esse “ambiente” foi negado ao estudante brasileiro.

Afim de impedir uma maior déficit no âmbito educacional do país, cabe ao Governo em parceria com empresas de tecnologia ou concessionárias de internet, assim como dito na constituição de 1988 se responsabilizar pelo acesso a educação, e desta forma por meio de programas sociais, assim como a OGA em “Jogador nº1” distribuir equipamentos, softwares e internet a todos os estudantes que não tenham condições de obtê-los, desta forma como é de direito do estudante, todos teriam acesso a educação durante o período da pandemia, ademais, quando há condições de manter um sistema educacional de qualidade longe das escolas, não há a necessidade de romper com a quarentena expondo alunos e familiares a riscos, para não haver grandes danos na educação nacional.