Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 18/01/2021

A pandêmia do novo Conoravirus a toda sociedade no mundo a adptar-se a corrente realidade, seja no ambiente de trabalho, interação social ou educação, sendo este último o mais afetado. No Brasil, a muito a área da educação está desassistida quanto investimentos voltados a prover acesso a informação e a implantação de novas formas de aprendizado, como as aulas via EAD por exemplo, e agora, devido a pandemia, o que até então era um problema, converteu-se em caos, devido ao impedimento de alunos de escolas públicas não poderem mais frequentar as aulas presenciais.

O acesso a edução de qualidade está previsto na Constituição Federal de 88 e expressa claramente a obrigatoriedade do estado em prover isso a todo cidadão, inclusive promovendo policitas de discriminação positiva afim de dirimir as desigualdades das quais toda sociedade vivencia. No entanto, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 42% dos estudandes de baixa renda não tem acesso a internet, mesmo em áreas urbanas, logo, mesmo os governantes, “improvisadamente”, disponibilizando o formato de ensino EAD (copiando o que já era uma realidade nas instutuições privadas), esse não poderá chegar à todas as camadas, contrariando ao que prevê a constituição.

O Senador Flávio Arns, tambem meste em educação, alerta que tal cenário irá aumentar ainda mais a desigualdade no médio e longo prazo, afinal, tempo é algo que não se recupera. Tal situação calapsal leva a reflexão sobre a ineficiência do governo em gerenciar a educação entre trocas de governo, pois, parafraseando o Executivo Carlos Ghosn, da mesma maneira que “uma empresa não vai a falência da noite para o dia, mas sim nos últimos 10 anos de má gestão”, o caos não se instala em um mandato de governo, mas sim numa sequência deles.

Diante do que fora suprecitado, não há como resolver um problema crônico e longinquo emergencialmente, afinal o custo da má gestão é conviver com a realidade, porém, faz-se necessário que, após esse choque de realidade, a sociedade cobre seus representantes a dar continuidade a programas de inclusão social voltados ao acesso à internet e educação a distância, nos moldes do ensino particular, sobretudo capacitando os profissionais de ensino, afim de, através das novas formas de transferência de conhecimento, garantir a igualdade educacional, e por conseguinte, as chances de todo jovem, indepente da classe social,  ascender acadêmico, social e prossionalmente, e não menos importante, estarmos preparados para uma nova crise, caso surja.