Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 03/02/2021
”Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossas reações a elas”. Segundo o sociólogo polonês, Zygmunt Bauman, evidencia-se que, com meios eficazes, como o debate, o Brasil pode enfrentar os impasses da pandemia na educação. Já que, tal problema persiste a desigualdade social e aumenta a marginalização de pessoas que moram em subúrbios. Diante desse cenário, a ausência de políticas que promovessem uma equidade educacional, permitiu que indivíduos de escolas públicas ficassem sem estudar. Apesar do grande avanço tecnológico como difusor de conhecimento, a nação ainda possui analfabetismo e evasão escolar, devido à dificuldade em ter a tecnologia, conforme o IBGE, apenas 57% da população tem acesso a áreas com softwares desenvolvidos com fim educacional. Dessa maneira, é preciso a preparação do Governo para adversidades como essa.
Além disso, os fatores supracitados acabam gerando a marginalidade entre jovens. Isso porque, nem todos são privilegiados para ficar em isolamento, este resulta a falta de renda e com isso a necessidade de ajudar no lar, sendo assim, a marginalidade acaba sendo a trilha mais fácil. Logo, asseguração ao salário faz-se imperativo a essas pessoas.
Realizar-se-á, portanto, caminhos que cesse com essa estruturação social criada há anos. O Ministério da Educação, junto com o Estado, deve promover palestras e debates com cunho participativo da sociedade, por meio de “lives” ou salas “on-line”, a fim de reverter as problemáticas geradas aos alunos.