Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 02/02/2021

A escola da amizade

No ano de 2020 houve uma pandemia global que forçou mudanças nas formas de ensino. Em que as instuições tiveram que lecionar aos discentes em estado de isolamento. As dificuldades iniciais evidenciaram a precariedade das escolas públicas. Contudo, há questão que vai muito além do físico, dos computadores e internet disponíveis.

Das desigualdades. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas um percentual aproximado dos 57 por cento dos brasileiros possuem acesso ao ambiente de computadores. Que onde se é instruído aos alunos as aulas. Fora que a maioria da estrutura pedagógica dos colégios públiucos não são bem instruídos a lidarem com tal tecnologia de reunião.

Esse desnivelamento de igualdade apresaentou resultados no Exame Nacional de Ensino Médio, em que no ano de 2021 a prova de 2020 que tinha sido adiada., sofreu mais de 50% de abstenções. Esse recorde de ausentes no exame custou 332, 5 milhões ao cofre nacional brasileiro, conforme o instituto nacional anísio teixeira.

Mas há um outro fator preocupante, as relações interpessoais. O convívio com os colegas pessoalmente na cantina, da proximidade professor-aluno, e de tudo o mais que envolve a proximidade humana e o conversacional. Algo que o mundo digital ainda  se encontra distante da realidade.

Logo, as escolas virtuais funcionam como um paleátivo. Substituem inicialmente as escolas da amizade. Todavia, o Governo Federal em consonsância com as esferas estaduais  podem atuar no fornecimento de internet e computadores para as classes sociais que não detem os meios.  Além de inserir na grade curricular de licenciatura de todos os ensinos superiores a  inserção de materias de Tecnologia de Informção Básica, para que os mesmo tenham uma noção miníma.