Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 22/04/2021
A crise da educação brasileira em meio a pandemia
É evidente que na atual realizade em que vivemos com uma rigorosa crise na educação brasileira, que já se estende há mais de um ano, muitos buscam as causas e soluções mas em suma é de fato uma das terríveis consequência desta pandemia a qual enfrentamos em nível nacional e mundial desde início de 2020 com a descoberta novo coronavírus que se espalhou mudando vidas, costumes e a rotina de todos.
Como uma das medidas de maior importância e eficácia para combater o vírus da COVID-19, o isolamento social levou as escolas, universidades e o ensino presencial de modo geral também ao toque de recolher. Dado isto todas as redes de educação foram levadas sem tempo de preparação ou testes a se reinventar, das lousas e do contato cara a cara para as telas, com o famoso metodo EAD (ensino a distancia) sendo a única solução para poder manter o aprendizado e a segurança da saúde pública.
A crise se mostrou ainda mais intensa quando outros fatores vieram a tona! O cenário de desigualdade social se desmascarou ainda mais no país, embora a opção de ensino remoto foi evidente que nem todos os professores conseguiriam transmitir tal ensino seja por questões de equipamento, acesso a rede movel ou pela mudança na didática. E ainda um contraste maior em relação aos alunos onde muitos não tem de nenhuma maneira o acesso a educação desta forma pelos mesmos motivos. Aqueles que conseguiam mais acesso a este meio pertencem em grande maioria a escolas particulares e um grupo social mais elevado.
Neste panorama da realidade, aprendemos que a condição é muito mais contrastante do que imaginamos. Medidas precisam ser tomadas para que possamos aprender nesta nação maneiras de igualar a todos pelo menos ao mínimo, as aulas em rede de televisão aberta foram uma excelente alternativa ultilizada, encontrar maneiras de dar continuidade a este metodo poderiamos ter uma melhora eficaz. Nada se compara com o ensino presencial mas sempre existem mais recursos a mão.