Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 06/08/2021
A Constituição Federal de 1988 garante o direito à educação de todos os brasileiros e visa o desenvolvimento integral do indivíduo. No entanto, dada a situação atual, a pandemia interrompeu gravemente o desenvolvimento da educação no Brasil. Portanto, é razoável supor que a falta de investimentos em áreas periféricas e em tecnologia levará à persistência do problema.
Na primeira análise, durante o período covid-19, a falta de investimento em educação aumentou acentuadamente, especialmente na periferia da cidade. Segundo dados do Instituto de Economia Aplicada (Ipea), apenas 42% da população tem acesso à “Internet” e 70% dos usuários estão na zona urbana. Portanto, deve-se considerar que os alunos marginais usam as escolas como sua principal fonte de conhecimento e aprendizagem, mas acabam sendo prejudicados durante a epidemia, por isso devem investir sem afetar sua educação pessoal.
Além disso, a falta de tecnologia em determinadas áreas tem causado prejuízos aos alunos, principalmente nas redes públicas. De acordo com Steve Jobs, “a tecnologia impulsiona o mundo”. No entanto, com a mudança dos métodos de ensino para o ensino online, isso causou o caos, exigindo que as instituições e os alunos se concentrassem e se organizassem. Desta forma, por falta de equipamentos e de “Internet”, os jovens com menores rendimentos em casa não conseguem aprender, o que dificulta o seu desenvolvimento e formação.
Face aos argumentos apresentados, devem ser tomadas medidas para resolver esta questão. As propostas de conscientização devem ser encaminhadas ao governo federal por meio de diversos ministérios e comissões, com o objetivo de auxiliar os alunos de baixa renda por meio de palestras e cursos complementares para melhorar o desempenho escolar. Em suma, com essas medidas, espera-se que a educação tenha um bom desenvolvimento na epidemia, tornando-se um problema real no Brasil contemporâneo.