Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 07/08/2021

A “Agenda 2030” é um plano de ação global, no qual 193 países - incluindo o Brasil - comprometeram-se em efetuar ações com o intuito de promover o desenvolvimento social, econômico, ambiental e educacional. Porém, devido a pandemia da nova variante do coronavírus é provavél que a sociedade brasileira se torne incapaz de efetuar o projeto até a data estipulada, principalmente no âmbito pedagógico. Nesse sentido, torna-se substancial abordar sobre os impactos nesse setor em decorrência a COVID-19, como: o atraso na vida acadêmica dos estudantes e o aumento da desigualdade entre escolas públicas e privadas. Dessa maneira, há a primordialidade latente de traçar estratégias aos entraves existentes.

Primeiramente, acerca da detença estudantil, valida-se citar uma das principais recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a prevenção contra ao coronavírus, o distanciamento social. Desse modo, escolas e universidades aderiram ao ensino remoto ou a matériais disponibilizados pelo governo. Entretanto, não foram todos os alunos que conseguiram se adaptar ao novo ambiente escolar , por exemplo o alunado infantil que está iniciando o processo de leitura e escrita. Consquentemente, uma defasagem nessa etapa educacional afeta toda evolução escolar.

Além disso, uma pandemia da COVID-19 corroborou para o contraste entre os alunos do sistema educacional brasileiro. Concurso ao aspecto supracitado acerca das aulas remotas, não são todos os estudantes que possuem acessibilidade ao ambiente cibernético, segundo o Instatuto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), menos de 60% da população brasileira com acesso à internet. De acordo com Pierre Bourdie, a escola é o principal meio de combate a desigualdade social, entretanto, também é local de reafirmação diferenças diferenças. Desse modo, o abismo entre os colégios públicos e privados agravados pela crise sanitária confirmam a teoria do sociólogo francês e adia a realização da “Agenda 2030”.

Portanto, com a finalidade de amenizar os impactos da pandemia na educação brasileira torna-se crucial que o governo realize a retomada das aulas presencias asssegurando a higiene e segurança de todos por meio da disponibilização de vacinas aos profissionais educacionais e alunos. Além de tornar obrigatório o uso de máscaras e álcool gél. Também, é necessário que o Mistério da Educação disponibilize monitorias aos estudantes do ensino público. Assim, se tornará possível a diminuição das consequências devido ao coronavirus no âmbito estudantil e a possibilidade de concretização do plano de ação global.