Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 11/09/2021

De acordo com a Constituição Federal de 1988, é dever do Estado, família e sociedade garantir uma educação de qualidade à todos. No entanto, o que a população brasileira enfrenta no cenário pandêmico é a desigualdade educacional. Isso se deve à ausência de recursos por parte da população aliada à precariedade de ações governamentais. Assim, essa temática merece um olhar mais crítico para que seja amenizada.

Em primeiro lugar, vale salientar a falta de recursos como contribuinte do problema em questão. Segndo Milton Santos, geográfo brasileiro, a globalização é perversa e excludente. Sendo assim, mesmo em um mundo tecnológico e globalizado, aquelas pessoas que não possuem meios, por exemplo, internet e computador, para terem acesso ao ensino à distância são excluídas de usufruirem de um processo educacional em meio a pandemia, evidenciando o aspecto citado por Milton Santos. Logo, faz-se necessário modificar essa realidade.

Em segundo lugar, aponta-se o despreparo do Estado como causa do tema. Em concordância com o que é estipulado pela Constituição Federal de 1988, o Governo Federal tem como responsabilidade promover uma educação de qualidade aos indivíduos. Porém, a realidade vivenciada por jovens brasileiros de baixa renda, como a dificuldade em ter acesso à educação à distância por ausência se recursos , demonstra que tais ações estatais são falhas. Portanto, nota-se a necessidade de transformar esse cenário.

Em síntese, medidas são necessárias para amenizar esse impasse. Dessa forma, cabe ao Ministério da Educação, órgão responsável pela educação brasileira, promover, por meio de um projeto educacional, com verbas destinadas à tal âmbito, a distribuição de computadores e internet para estudantes que necessitam de um amparo do governo afim de garantir a inclusão educacional e reduzir a desigualdade. Por fim, a temática será amenizada.