Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 14/09/2021
A educação brasileira, infelizmente, não possui uma boa estrutura curricular, visto que, tal fato, é reconhecido na distinção de escolas públicas para o ensino privado. Logo, com a surpresa de uma pandemia devido a covid-19, a desingualdade educacional no Brasil tornou-se ainda mais notável, pois a falta de amparo governamental na preparação e distribuição de recursos para essa nova adaptação forçada que o isolamente social gerou, colaborou para a crescente dessa problemática na educação.
Na primeira análise, esse sobre a categoria mundial contribuiu negativamente em vários aspectos, porém, naqueles de baixo desenvolvimento a influência elevada. Nesse contexto, as instituições de ensino público e o seu modo tradicional de aprendizagem, diante do que acontecera, teve que se adaptar a adaptar-se a outra alternativa pela qual nunca teve um preparo eficiente em todo o contexto escolar: as tecnologias digitais. Diante disso, segundo o IBGE, apenas 57% da população tem acesso a computadores, já que, para as aulas remotas são mais eficientes. Diante dessa realidade, é lamentável a precariedade na estrutura do desenvolvimento educacional no Brasil.
Ademais, o distanciamento dos alunos em sua rede de ensino contribuiu, além do mais, para a desingualdade social, de modo que famílias de classe baixa tem a escola como auxílio, não somente didática, mas, muitas vezes alimentar. Desse modo, o isolamento social estebelecendo os estudantes em casa para a transmissão das aulas via internet favoreceu para quem já tinha uma boa estrutura de recursos, contudo, uma grande parcela em massa vivem em condições desfavoráreis para que tal modo seja da mesma maneira eficaz. Por essa razão, o filosófo JJ Rousseau, aborda em sua obra, o Contrato Social, que uma sociedade só se ergue de forma a mitigar as lacunas sociais a partir da elaboração de projetos que visem, de maneira eficiente, a toda sociedade, principalmente, como classes baixas uma qualidade de vida mais confortável, por intermédio do poder administrativo.
Por fim, é essencial uma boa proposta para amenizar a problemática do assunto discutido. Sendo assim, o governo- base de maior poderio- deve articular medidas competentes para ampliar o tema de forma clara e objetiva, por meio de planos que encaminhem, especialmente, para as escolas, com o objetivo de melhoria na estrutura de recursos, como, a distribuição de aparelhos eletrônicos; tablets, por exemplo, para facilitar o acesso das atividades escolares, distinados para os alunos de baixa renda familiar, a fim de permitir que todos tenham a disponibilidade de poder exercer com dignidade seu papel estudantil. Outrossim, é de efeito promissor a disposiçao do poder administrativo em garantir a essas famílias cestas básicas alimentícias para que, assim, o aprendizado seja mais ainda absoluto.