Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 12/10/2021
A afirmação " o mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles", é atribuída à filósofa Simone de Beauvoir, pode facilmente ser aplicada ao debate sobre os imapactos da pandemia na educação brasileira. Com essa abordagem, a desiguladade no ensino básico e a má formação dos professores, são um problema gerados pelo impacto. Já que mais escandalosa do que a ocorrência dessa problemática é o fato da população habituar-se.
Em primeiro lugar, as desigualdades no ensino básico são um problema que evem ser combatidos. A baixa renda das familias mais pobres são uma das causas para agravar a discrepância, aliando-se a péssima gestão do Estado, gera um problema, no qual os alunos não possuem computadores e internet, para acompanhar as aulas, de acordo, com a pesquisa do IBGE somente 3% dos alunos acessm as aulas pelo computador.
Além disso, professores não possuem a especialização necessária para ministrar aulas, como é dito por Paulo Arns, do Colégio Positivo. Ao não passar o conhecimento para os alunos no espaço virtual, aumenta ainda mais a desigualdade, além da falta de internet e computador é somado a falta de um profissional capacitado. Na citação " a educaão nunca foi despesa, sempre foi investimento com retorno", do economista britânico William Arthur Lewis, deixa expresso o óbvio, que os governantes deveriam empregar os esforços, para que a desigualdade não distancie.
Portanto, é preciso que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para o debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira, urge que o Estado invista, por meio de investimentos privados e públicos. Investimentos em infraestrutura para internet a todos, capacitação e especialização para professores. Quando o professor passar a ter um conhecimento mais aprofundado sobre o espaço virtual, além de ensinar os alunos sobre as matérias clássicas, pode também auxiliar no manejo desta nova tecnologia. Com o investimento, a desigualdade irá amenizar, pois, o aluno de baixa renda conseguirá estudar com a mesma qualidade do ensino particular.