Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 10/11/2021

Diante da pandemia, o Ministério da Educação (MEC) autorizou instituições de ensino superior a substituir a sala de aula pelo modelo remoto e, em seguida, a educação básica também substituiu a sala de aula, a licença, que deveria durar apenas um mês, pois foi prorrogada mais vezes. Com isso os profissionais da educação enfrentaram alguns desafios de encontrar novos caminhos de ensino e aprendizagem para crianças e jovens. Torna-se premente analisar as principais problemáticas como desigualdade social e a queda do desempenho escolar.

Segundo dados da Agência Brasil, cerca de 5,5 milhões de alunos no Brasil estiveram ausentes das aulas em 2020, a falta de acesso a internet para assistir as aulas onlines. Números excessivos indicam que há desigualdade educacional no país.

“O efeito de longo prazo da covid-19 no Brasil será na educação. Uma geração inteira ficará profundamente marcada pela pandemia e o Brasil precisará de múltiplas ações para superar as perdas de aprendizagem. Isso deve ser prioridade para o país”, disse Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann. Pesquisas mostram que, neste ano, a proporção de alunos que não têm motivação para frequentar as aulas, progredir nos estudos ou indicar probabilidade de abandono aumentou de 26% para 40%.

Com tudo isso que passamos, no momento qual estamos passando, que estamos retornando aos habitos “normais”, vimos as dificuldades que os alunos passaram para se restabelecer novamente, do mesmo modo que tiveram dificulades para se adpitar ao modo remoto. Pois com a colaboração dos alunos e professores, esse etapa poderá ser tranquila e repleta de aprendizagem.