Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 12/11/2021

Promulgado Pela Constituição Federal de 1988, o Art. 205 define que a educação é direito de todos e dever do Estado e da família. Conquanto tal direito não tenha se reverberado com ênfase, na prática, quando se observa os impactos da pandemia na educação brasileira, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se impreterível a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Nesse contexto, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater os impactos da pandemia na educação brasileira. Nesse sentido a precariedade da educação vem premente na sociedade, trazendo baixa autoestima, fortalecimento do ciclo de desigualdade social, a perda e abandono da aprendizagem. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, trazendo consequentemente os impactos negativos da pandemia na educação, o que lamentavelmente é evidente no Brasil.

Ademais, é fundamental apontar a situação atual das consequências causadas na educação durante a pandemia em nosso país. Conforme a pesquisa pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil 4,3 milhões de estudantes brasileiros entraram na pandemia sem acesso à internet. Diante de tal exposto 4,3 milhões de alunos não tiveram acesso às aulas online. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar, pois se evidenciará na oportunidade de jovens de baixa classe em ingressar no ensino sup Nesse contexto, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater os impactos da pandemia na educação brasileira.

Nesse sentido a precariedade da educação vem premente na sociedade, trazendo baixa autoestima, fortalecimento do ciclo de desigualdade social, a perda e abandono da aprendizagem. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, trazendo consequentemente os impactos negativos da pandemia na educação, o que lamentavelmente é evidente no Brasil.