Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 13/11/2021
Milhares de alunos e professores foram afetados pelos impactos devido a uma pandemia do coronavírus. Estudantes trocando os estudos pelo trabalho e o aumento da fome foram alguns deles.
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, em outubro de 2020, um contingente de 1,38 milhão de estudantes de 6 a 17 anos estava sem frequentar a escola, presencial ou remotamente. O percentual já era mais alto do que a média nacional de 2% registrado em 2019. Muitos estudantes abandonaram a escola para trabalhar para ajudar os pais com as despesas da casa. Entre os dados levantados de abril a julho de 2020, o UNICEF identificou a intensificação do trabalho infantil, com aumento de 26% entre as famílias entrevistadas em maio, comparadas às descobertas em julho.
Muito estudantis estudantes da rede pública de ensino, iam para a escola justamente para comer o alimento fornecido no recreio, com a suspensão das aulas presenciais muitos alunos alunos sem aquilo, que às vezes, era sua única alimentação do dia. A educação dos programas de alimentação escolar (PAEs) ficou ainda mais evidente durante o período da pandemia do COVID-19, já que, como dito anteriormente, o acesso às escolas ficou comprometido e milhões de crianças e jovens chamados sem receber a alimentação a que tinha direito.
O incentivo do governo e a criação de projetos que estimulam crianças e jovens, são essenciais nesse período, já que muitos dos estudantes foram afetados pela pandemia e desestimulados pelos problemas já existentes dentro de casa. Devemos sempre prestar apoio a aqueles que tem esperança de ter um futuro melhor, algo que pode ser realizado através dos estudos.