Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 13/12/2021

O escritor de romances norte americano, Matthew Quick afirma isto “Quando nosso coração está repleto de empatia, um forte desejo de eliminar o sofrimento alheio surge em nós.” Desta forma, percebe-se que essa filosofia deve ser aplicada no debate sobre os impactos da pandemia da educação brasileira, tendo em vista que esse impacto ocorre mais evidentemente em virtude da falta de empatia dos indivíduos. Assim, é imperioso analisar essa problemática com ênfase em desigualdade social. Sob esse viés, é importante afirmar, em primeiro lugar, que o Governo se encontra como polo ativo na causa do contratempo. Segundo Hideraldo montenegro “Nenhum Estado pode ser justo se as leis que o compõe não vêm dos anseios populares” Isso significa que os problemas contemporâneos são frutos de uma elite na produção da legislação, o que ocasiona adversidades como, má distribuição de renda e toda a limitação que a falta de recursos financeiros traz. Logo, percebemos que a não efetivação da cidadania plena é uma das causas do empecilho. Outrossim, a busca desenfreada pelo enriquecimento é outra dificuldade a ser superada, de acordo com o pensamento Marxista, privilegiar o bem pessoal em detrimento do geral promove inúmeros malefícios para a sociedade. Deste modo. A Elite Financeira e Política, colocam em risco o bom convívio social e contribuem para a persistência da adversidade, visto que a pobreza extrema, fruto dessa busca pelo enriquecimento causa uma disparidade enorme entre as pessoas. Nesse sentido, a união da sociedade é essencial para garantir o bem-estar coletivo e combater os efeitos desse imbróglio. Portanto, para defender os Princípios da Constituição Federal de 1988, que estabelece o direito à igualdade e ao acesso à educação, é necessária a intermediação da problemática e clamor público para fazer valer as leis e direitos que já temos, mas não são aplicadas ou garantidas efetivamente.