Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 02/11/2022
Na visão do filósofo inglês john Loocke, cabe ao Estado a proteção de todos os indivíduos, bem como a garantia à vida, à liberdade e à propriedade, que são direitos inalienáveis. Hodiernamente, observa-se os impactos da pandemia na educação brasileira devido à falta de atitude do governo e a vulnerabilidade social. Diante disso, é preciso conhecer os diversos estigmas desse problema, na propensão de solucioná-lo.
Sob essa ótica, observa-se que os impactos da pandemia na educação é fometada pela incapacidade das esferas públicas de exercerem o seu poder simbólico e a garantia dos direitos constitucionais. No brasil, é evidente o rompimento desse contrato, visto que, segundo o IBGE, quase 50 milhões de alunos foram afetados na pandemia com a suspensão das aulas, o que vai aumentar significamente a desiguldade de aprendizado. Nesse contexto, parafrasendo Chico Xavier a omissão de quem pode e não auxilia o povo é comparado a um crime que se pratica contra a comunidade inteira.
Vale ressaltar, ainda, que, outro fator é responsável pelo problema: a vulnerabilidade social. Essa perspectiva pode ser comprovada pelas palavras do renomado escritor brasileiro Adriano Suassuna, ao afirmar que é muito difícil vencer a injustiça secular que dilareça o Brasil em dois países distintos: o país dos privilegiados e o país dos despossuídos. Nessa conjuntura é possível concluir que uma parcela da sociedade vive de modo precário, impossibilitando a educação na pandemia, por falta de meios tecnologicos e internet como exirgia para uma educação a distância.
Torna-se evidente, portanto, que a falta de atitude do Governo em paralelo a vulnerabilidade são importantes vetores da problemática. A fim de que haja a imprescindível ruptura desse cenário, faz-se necessário que o Governo, através do Ministério da Educação, deve elaborar campanhas, por intermédio da distribuição de tablets e a criação de planos de internet para alunos de rede pública e baixa renda. Agindo assim, o Estado idealizado por John Loocke será uma realidade empírica e não um ideal ou uma utopia.