Debate sobre os zoológicos: ambientes de preservação ou de desrespeito aos animais?

Enviada em 15/04/2022

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito a segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberando com ênfrase na prática quando se observa o debate sobre os zoológico ambiente de preservação ou desrespeito aos animais, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o animais selvagens enjaulados é crueldade, animais selvagens podem desenvolver neuroses e outras doenças em cativeiro. Nesse sentido, “Eles podem desenvolver desde infecções e alergias decorrentes de estresse e alimentação inadequada até atrofia muscular, causada pela limitação de movimento, além de diversos tipos de neuroses de cativeiro, inclusive depressão” explica a bióloga Marcela Godoy, pesquisadora da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Esse conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensável, infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o último dia 29, o gorila Harambe foi executado em frente ao visitantes, por oferecer risco a uma criança que caiu em sua jaula, como impulsionador do problema no Brasil. É inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos para isso, é imprescindível que o governo, por intermediário do governador não ajudar a certas coisa como remédio, jaulas mais confortável a fim de ajudar os bichinhos selvagem que não tem nem uma pocibilidade de voltar para a natureza. Assim, se consolidar uma sociedade mais objetiva positiva, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.