Debate sobre os zoológicos: ambientes de preservação ou de desrespeito aos animais?

Enviada em 11/07/2022

A Declaração Universal dos Direitos Humanos — promulgado em 1948 pela ONU — assegura a todos os indivíduos o direito do bem-estar social. No Brasil, entretanto, a máxima é questionada quando se fala da polêmica dos pontos ambientais, tais como o zoológico. Nessa perspectiva, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de conscientização e o descaso governamental.

Em primeiro lugar, evidencia-se a necessidade de atenção da sociedade para a apresentação do entretenimento abusivo. Sob essa ótica, ambientes como os jardins zoológicos são semelhantes aos espetáculos vividos na Idade Antiga, pois os romanos alimentavam o povo e, para entretê-los, colocavam os cristãos no meio dos anfiteatros e liberavam os leões para devorá-los para mostrar a demonstração de superioridade. Dessa forma, mesmo com a permissão no funcionamento da exposição de espécies selvagens, a sociedade ainda possui descréditos com a forma de exibição com os animais.

Além disso, é notório destacar que o atual governo não cumpre os artigos des-critos na Magna Carta. Desse modo, conforme diz a Constituição Federal de 1988, o grande alvo do Estado brasileiro é a formação de uma sociedade livre, justa e igualitária, porém a realidade atual não agrada os defensores dos animais do zoo. Consoante a isso, necessita-se de uma priorização de preservar as espécies de maneira justa para cumprir os preceitos estabelecidos na Carta Constitucional.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar os deba-tes da vida animal nos zoológicos. Dessa maneira, cabe às ONGs comunitá-rias de cada Estado e o Ministério do Meio Ambiente, fazer campanhas de públicas para a conscientização da população sobre a maneira dos tratamentos aos bichos, por meio de programas estatais que serão propostas na câmara dos vereadores e aprovadas pelo prefeito, a fim de prestar um entendimento adequado à comunida-de. Somente assim, a afirmação formal passará a se adequar ao júbilo social.