Debate sobre os zoológicos: ambientes de preservação ou de desrespeito aos animais?
Enviada em 15/07/2022
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. De maneira análoga a isso, sabe-se que a população não se mobiliza quando o assunto é o bem-estar dos animais que vivem em zoológicos. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a morte de animais em zoológicos e os espaços mínimos que ficam confinados.
Nesse contexto, evidencia-se que animais considerados indesejados são constantemente mortos em zoológicos. Sob essa ótica, com base em uma notícia da página Veja, 500 animais foram mortos em zoológicos da Inglaterra. Ademais, segundo o G1, animais são mortos devido à superlotação e à crise financeira em jardins zoológicos. Dessa forma, é incontrovertível que os animais não recebem o tratamento que deveriam e são tirados dos seus “habitats” naturais para seres mortos e destratados.
Além disso, é notório que os animais ficam isolados em lugares minúsculos se comparado com o espaço onde eles possuem o direito de viver. Desse modo, segundo o pensamento do gênio do Renascimento italiano Leonardo da Vinci, chegará o dia em que todo homem conhecerá o íntimo de um animal. E, neste dia, todo animal atrás das grades será um crime contra a humanidade. Consoante a isso, é evidente a necessidade de zoológicos somente para a regulação de espécies e não para exposição e encarceramento dos bichos.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham libertar os animais das jaulas. Dessa maneira, cabe ao governo elaborar projetos para efetuar, de maneira ideal, leis de proteção aos animais que vivem em zoológicos, por meio do Ministério do Meio Ambiente e IBAMA, através de destinação de verbas para a realização. Espera-se, com isso, que os animais não tenham que passar por esse tipo de tortura e não sejam mortos por erros do ser humano. Sendo assim, seria colocado em prática o que se acredita desde o Iluminismo.