Debate sobre os zoológicos: ambientes de preservação ou de desrespeito aos animais?
Enviada em 03/10/2022
Na obra “Triste fim de Policarpo Quaresma”, o major Quaresma acreditava que, se superados alguns desafios, o Brasil alcançaria o patamar de nação desenvolvida. No entanto, ao analisar os zoológicos e suas condições, percebe-se que os obstáculos não foram superados, já que se tornou um ambiente de desrespeito aos animais. Sendo assim, a omissao estatal é um potencializador da problemática.
Diante desse exposto, é fato que a passividade governamental contribui para manutenção do revés. Para entender essa lógica, alude-se ao pensamento de Aristóteles, que afirma que política tem por função garantir o equilibrio da sociedade. Entretanto, ao examinar as condições em que os animais estão nos zoológico, percebe-se um rompimento com a tese do filósofo, pois esses seres vivem em ambientes que não atendem suas necessidades.
Nessa lógica, sabe-se que o ambinete proposto a esses animais, não se compara com seus habitat. Uma vez que, em seus locais de origem possuem um amplo espaço, e nos zoológicos ficam confinados em metros cúbicos. Dito isso, estudos comprovam que esse confinamente trazem malefícios, como por exemplo a contração de distúbios mentais, como tédio, depressão e psicose. Além disso, muitos bichos para ficarem calmos para o público visitante, são dopados. Dessa maneira, acaba por se tornar um risco a saúde animalesca.
Com fito de mitigar esse entrave, portanto, o Ministério do Meio Ambiente, que tem a função de a promoção da preservação de uma forma saudável, deve garantir a qualidade de vida dos animais em zoológicos, por intermédio da realocação da animália que estão confinados, mas precisam de espaço, para locais amplos, tentando ao máximo se aproximar de um safari, com objetivo de minimizar os distúrios comportamentais e assegurar uma boa condiçao de vida.