Deficit habitacional no Brasil
Enviada em 27/10/2019
Direito a moradia, a ultopia constitucional
Unânime ao poeta Cazuza “ Eu vejo o futuro repetir o passado”, o déficit não é um problema contemporâneo. Desde a revolução industrial no seculo XIX que essa instabilidade é uma realidade. De mesmo modo, na Contemporaneidade, as dificuldades persistem, seja por dificuldades financeiras ou por um desequilíbrio na gestão de programas relativos a moradias.
Em primeira instância, sabe-se que apesar de algumas famílias possuírem sua casa própria optam por morar na rua devido os altos custo do seu trajeto, evidenciando assim a precariedade do transporte público, como isso, afeta a vida de várias pessoas.
Outrossim, a elaboração da constituição Federal, há 30 anos, foi calcada na quimera de bem-estar social para todos os indivíduos, incluindo os de baixa renda familiar. No entanto, é notório que o Poder Público não cumpre o seu papel enquanto agente fornecedor de direitos mínimos, tendo em vista muitas pessoas não possuírem recurso para custear uma casa, acabam morando na rua, outras em casas de aluguel que muitas vezes a mensalidade do imóvel acaba sendo quase todo salário. Dessa maneira, percebe essa inaceitável questão de vulnerabilidade das classe trabalhadora, representa, não só um respeito colossal, mas também uma desvalorização descomunal e que, logo, deve ser modificado em todo o território nacional.
Enfim, o estado deve investir mais em políticas públicas ligadas a programas como o “Minha casa minha vida”, mas também em mobilidade pública já que isso contribui para o crescente número de pessoas sem a casa própria. Facilitar créditos, seja, no bancos Itaú, Caixa, Brasil relativos a compras da casa própria por empréstimos justos e que sejam fiscalização por órgão competente do governo.