Deficit habitacional no Brasil
Enviada em 18/08/2020
Durante o governo Juscelino Kubitschek em 1956, o plano “Cinquenta anos em cinco”, inaugurava um ideal desenvolvimentista no país. Contudo, após 60 anos, milhões de brasileiros ainda vivem em ambientes precários. Visto que, o desemprego está em alta, além do descaso do governo com as políticas públicas.
Em virtude da diversidade cultural, a discussão do acesso a moradia deve ser ampla e incluir populações como: a rural e a ribeirinha. Ademais, dados estatísticos comprovam que há um recorde, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), só em 2019 existem 7,7 milhões de brasileiros sem acesso a residências dignas. De tal forma que, problemas como o êxodo rural e a exclusão social, são as maiores causas disso.
Segundo o filósofo Jean-Jacques Rousseau, “A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável”. Nesse contexto, pode-se inserir uma das consequências da vida em locais com péssimas condições: a violência. Assim como a coabitação excessiva e a falta de saneamento básico. Exemplificando pode-se citar as favelas e comunidades carentes, que são constantemente esquecidas e apresentam diversos problemas estruturais.