Deficit habitacional no Brasil
Enviada em 12/10/2020
O déficit habitacional, em sua definição, não é apenas a falta de moradia para uma certa taxa de habitantes. Ela também se enquadra nas questões de falta de estrutura e condições precárias. Essas características provém de uma falta de planejamento em vista do crescimento da urbanização, o que pode acarretar em setores habitacionais com condições péssimas, como a favela.
O planejamento urbano tem como objetivo responder os problemas enfrentados que derivam do crescimento habitacional em áreas urbanas. Nessas conjuntura, é possível identificar alguns exemplos nacionais de áreas urbanas que foram bem planejadas. Duas delas são: O Porto Maravilha, no Rio de Janeiro e o Jardim das Perdizes, São Paulo. Essas regiões tiveram um bom planejamento e, consequentemente, uma condição de vida boa para os habitantes.
Em contrapartida, quando não ocorre uma boa preparação, os setores habitacionais têm uma péssima condição. Segundo a declaração universal dos direitos humanos de 1998, todo ser humano tem direito à moradia, e esse direito deve cumprir certas características. Elas são: acesso à serviço, bens públicos e infraestrutura; Condição de ocupação estável, moradia com um custo acessível e compatível com os níveis de renda e localização adequada. No entanto, não é isso que acontece em regiões como favelas no Brasil.
Portanto, para as características necessárias de uma boa moradia serem realizadas, é necessário um projeto governamental que tenha como objetivo a formação de regiões habitacionais, por exemplo: Minha casa, minha vida, que ao longo do projeto apresentou vários problemas de segurança e localização. É por isso que o Ministério do desenvolvimento regional deve fazer outro projeto parecido com a finalidade de retirar os cidadãos de condições de moradia precárias.