Deficit habitacional no Brasil

Enviada em 10/11/2020

A história econômica do Brasil fornece fatos relevantes que sustentam as dificuldades do país em lidar com a crise habitacional. Os fatos da era Vargas (1930-1950) e de Juscelino Kubitschek e da fase militar (1955-1985). Esses períodos foram períodos de forte crescimento industrial, que por sua vez concentrou a economia nas regiões Sul e Sudeste, e a forte escassez de mão de obra nessas regiões levou a um grande número de imigrantes (principalmente do Norte e Nordeste do país).

Devido aos fatos e à falta de um planejamento habitacional adequado, a expansão da metrópole é desordenada. Devido ao modelo econômico adotado pelos militares, grande parte da população sofre com a alta inflação e o desemprego, o que os impede de alugar e alugar casas e obter seus próprios bens. Como resultado, muitos lugares foram invadidos, criando grandes comunidades e favelas.Com você, a pobreza e o sofrimento se espalham por todo o país.

Os anos se passaram e hoje podemos observar o reflexo do passado. Segundo dados publicados no site da BBC, há 7 milhões de pessoas sem-teto no Brasil e 1,1 milhão de pessoas em áreas de alto risco. Em violação às exigências de dados do artigo 6º da Constituição Federal, todo cidadão brasileiro tem direito à moradia, mas não especificou como e quando esse direito entrará em vigor.

Portanto, dado o passado histórico do país e sua suprema importância, devem ser adotadas políticas de austeridade política, social e econômica, envolvendo o poder público e o próprio povo. A criação de organizações não governamentais com foco no empreendedorismo social deve ser incentivada para a construção de moradias populares.Os materiais usados por essas organizações não governamentais gozam de isenção de impostos na rede aprovada pelo governo. O apoio jurídico gratuito é essencial para legitimar essas áreas. Por fim, é possível reduzir a descoberta do abismo social do Brasil e tornar a sociedade mais justa e igualitária.