Deficit habitacional no Brasil
Enviada em 19/10/2021
O longa-metragem de 2002 “Cidade de Deus” se ambienta em um complexo homônimo não ficcional onde ocorreu um inteso processo de favelização, retratando habitações que promulgam condições de vida precárias aos seus moradores. De maneira ánaloga, moradias como as expostas no filme corroboram ao déficit habitacional no Brasil, que analisa o percentual de habitações inaquedadas no país, o qual pode ser considerado muito alto, devido ao descaso e falta de políticas públicas efetivas por parte do Governo. Nesse sentido, faz-se necessário medidas para o fim dessa inercial problemática.
Em primeiro lugar, é notório que há anos o descaso do governo em realaçao à periferizaçao e favelização é um grande agravente do problema, o qual “normaliza” esses fenômenos. Nessa perspectiva, de acordo com a declaraçao universal dos direitos humanos de 1948 todos devem ter condições habitacionais adequadas, porém, como visto, isso não ocorre no país, caracterizando assim um estado de “anomia social’ que de acordo com o sociólogo almeão Dahrendorf, ocorre quando as normas reguladoras da sociedade perderam sua validade. Concomitantemente, como consequência os habitantes de moradias que fazem parte do déficit habitacional são afetados negativamente na qualidade de suas vidas por não possuírem conforto, seguraça, privacidade ou dinheiro sobrando como nos casos de altos aluguéis para a renda familiar. Dessa forma, é crucial o papel do Estado para garantir todo apoio necessário a essas pessoas.
Outrossim, as poucas medidas públicas aplicadas pelo Governo não são suficientes e apresentam falhas. Por exemplo, a Cidade de Deus, que como no filme homônimo fidedigno à realidade é representado inicialmente sendo um conjunto habitacional promovido pelo Governo para a populaçao mais carente, todavia, que com o passar dos anos devido à falta de planejamento e cuidados visando a longo prazo sofre um intenso processo de favelização, tornondo-se uma região deplorável para a moradia. Em suma, que por conta da “normalização” de casos como esse não apresenta nenhuma perspectiva de mudança, assemelhando-se assim ao escândo-lo mais escandaloso, que consoante a filósofa francesa Simone Beauvoir é o qual nos habituamos a ele. Logo, fazendo com que uma diminuiçao do déficit habitacional no país seja mera utopia.
Portanto, é imprescindível atitudes Governamentais para acabar com esse problema. Dessa forma, o Governo Federal deve expandir seus projetos já existentes como minha casa minha vida, auxílio moradia e aluguel social atrvés de mais invesitmento públicos e com a ajuda de mais profissionais especializados nas áreas sociais e urbanísticas, visando uma melhoria a longo prazo e permanente, assim, promovendo qualidade de vida à população. , superando essa inercial problemática.